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Thalocan Research Innovations · Indianapolis, EUA · jan 2025 a jul 2025

LAMA

Lesion Area Mapping Assistant: aplicativo móvel com IA embarcada que detecta lesões de pele, classifica o grau e acompanha a evolução durante o tratamento. Atuei como QA.

Automação

suítes de testes escritas e mantidas

Caixa preta

validação pela ótica do usuário final

Relatórios

evidências e classificação de severidade

Resumo do que fiz

  • Produto: o médico aponta a câmera para a lesão e o aplicativo identifica o tipo e classifica o grau, com processamento de imagem em tempo real no próprio telefone.
  • Acompanhamento da evolução da lesão ao longo do tratamento, medindo a efetividade do medicamento nos estudos clínicos da empresa.
  • Minha atuação como QA: suítes de testes automatizados com Jest e Selenium, ampliando cobertura e reduzindo regressões.
  • Testes de caixa preta nos fluxos críticos, validando o produto pela ótica do médico em atendimento.
  • Relatórios de qualidade com evidências e classificação de severidade, usados para priorizar correções.

Tecnologias

MobileIA embarcadaVisão computacionalJestSeleniumCaixa preta
LAMA · relatório de qualidade
  • Testes automatizadossuítes mantidas e executadas a cada entrega
  • Testes de caixa pretavalidação pela ótica do usuário final
  • Relatórios de qualidadeevidências e classificação de severidade

Classificação de severidade usada nos relatórios

O projeto

O LAMA, de Lesion Area Mapping Assistant, é um aplicativo móvel com inteligência artificial embarcada, feito para a Thalocan Research Innovations, empresa de Indianapolis que constrói tecnologia para ensaios clínicos em dermatologia. O médico aponta a câmera do celular para uma lesão e o aplicativo identifica o tipo e classifica o grau, com o processamento de imagem acontecendo em tempo real dentro do próprio telefone. Entrei no projeto como analista de QA.

O produto

O que o aplicativo faz

Não era um app de consulta: era instrumento de trabalho dentro de um estudo clínico.

01

Detecção de lesão pela câmera

O médico aponta o celular para a lesão, cancerígena ou não, e o aplicativo a identifica diretamente da imagem, sem equipamento adicional.

02

Classificação de tipo e grau

Além de detectar, o modelo informa o tipo da lesão e o grau em que ela se encontra, dando ao médico uma leitura imediata.

03

Acompanhamento da evolução no tratamento

Ao longo do tratamento com os medicamentos em estudo, o aplicativo acompanha como a lesão evolui, o que permite medir a efetividade do remédio sobre aquela lesão específica dentro do ensaio clínico.

04

Processamento embarcado, em tempo real

A inferência roda no próprio aparelho, sem depender de enviar a imagem para um servidor. Isso mantém o uso possível em consultório e evita trafegar imagem clínica.

Minha atuação

O que fiz como QA

Software de apoio à decisão clínica não tolera o mesmo nível de erro que um produto comum. Isso definiu a forma de testar.

01

Suítes de testes automatizados

Escrevi e mantive os testes automatizados do projeto com Jest e Selenium, ampliando a cobertura e reduzindo as regressões entre uma entrega e outra.

02

Testes de caixa preta nos fluxos críticos

Validei o produto pela ótica de quem usa, o médico em atendimento, percorrendo os caminhos reais em vez de só verificar unidades de código isoladas.

03

Relatórios de qualidade com evidência

Cada falha encontrada virava registro com evidência e classificação de severidade, material que o time usava para priorizar o que corrigir primeiro.

04

Contexto de alta exigência

Num aplicativo que informa tipo e grau de lesão, um defeito não gera só incômodo: ele entra na decisão do médico. O critério de aprovação era proporcional a isso.

Próximo projeto

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